quarta-feira, 26 de março de 2008

O resgate IV

Enquanto caminhavam em direção ao mar, os três conversavam sobre a batalha ainda, foi quando Fenol olhou para o lado viu um raio cair no topo de uma montanha, com um pressentimento, quase uma premonição, ele disse:
_ Temos que subir a montanha!
_ Não, não temos – disse Helsing – o mar fica para o outro lado e nós não queremos nos atrasar.
_ Nós TEMOS que subir a montanha – disse Fenol.
_ E por quê é que temos? – manifestou-se Binlamano.
_ Não sei – disse Fenol – só sei que temos, não podemos perder tempo.
_ Por isso que nós vamos seguir o nosso caminho e não passar nem perto dessa montanha – disse Helsing.
_ É necessário irmos até a montanha – disse Fenol – você pretende ignorar algo que possa nos ajudar?
_ E o que pode nos ajudar? – ironizou Helsing – Uma vista da floresta?
_ Não sei – disse Fenol – mas é melhor subirmos.
_ Pra mim chega! – disse Binlamano – Decidam-se, nós só estamos perdendo tempo nessa discussão.
_ Então vamos para as montanhas – cedeu Helsing – mas se não tiver nada que possa nos ajudar lá é melhor você voltar para casa.

Dito isso, os três foram para a montanha e ao chegarem no pé dela liberaram os seus cavalos, pedindo-lhes apenas que voltem no dia seguinte. Feito isso começaram a escalar, entraram em uma pequena caverna sem saída, onde passaram toda a noite, quando amanheceu os três continuaram a sua escalada, então quando eles estavam quase no topo eles percebem uma luz amarelada saindo de dentro da caverna, desembainharam as espadas e entraram cautelosamente.

Dentro da caverna viram a coisa mais incrível que já haviam visto até ali, uma gaiola feita de raios, protegendo uma espécie de mesa de pedra, mas não era uma mesa, tinha um metro e meio de altura e no alto, uma pedra lisa do tamanho de um caderno.

Os três se aproximaram da gaiola, Fenol, entre Binlamano e Helsing, percebeu que o seu pressentimento estava correto, eles precisavam estar ali, só não sabia o porquê. Enquanto andavam na direção da gaiola, dois raios foram na direção deles, um acertando em cheio no peito de Binlamano, o outro, no peito de Helsing, Fenol virou-se para sair da caverna e quando estava perto da saída ela se fechou com raios, uma jaula elétrica.

Fenol olhou para a gaiola e viu cerca de uma dúzia de raios passarem por ele, de cada lado, formando uma espécie de corredor, o único lugar para onde ele poderia ir era dentro da gaiola, e, depois de medir as conseqüências, ele correu na direção da gaiola, e, percebeu que os raios corriam atrás dele, ele não tinha mais corredor, agora era ele dentro da gaiola, a mesa, a pedra e o raio. Tentou pegar a pedra, e quando encostou nela levou um choque, com isso ele acabou recuando um pouco e bateu as costas nos raios, ficou desacordado por seis horas.

Quando acordou, viu Helsing tentando, inutilmente, mover uma pedra para abrir a saída, e Binlamano parecia ter acabado de acordar também e ainda estavam tentando colocar a cabeça no lugar. Olhou para a pedra, e, receoso voltou a tentar pegar, fechou os olhos tocou a pedra e, ao ver que não levou outro choque arrancou ela do seu palanque. Feito isso a gaiola começou a fechar, e Fenol no centro dela ficou desesperado, tentou colocar a pedra de volta no lugar, mas foi em vão, então, já desesperado subiu em cima do palanque e viu os raios subirem acima de sua cabeça, formando uma grande esfera de energia. Vendo que ia tudo cair, por puro instinto para tentar se proteger, levantou o seu cedro, que levou uma tremenda descarga elétrica, mas esta não danificou o cedro e Fenol também não sofreu nenhum dano, e ao olhar a pedra, percebeu que agora ela brilhava, em um tom amarelo ouro, e depois que parou de brilhar ele conseguiu ler a pedra.

4 comentários:

Ciro M. Costa disse...

Ó! Tá massa!

Estou começando a achar que isso REALMENTE terá 30 partes! Hahhahahahahaha!!!

Pietro disse...

uhahuahuauhahuahua

não vai ter 30 partes...

só umas 28, 29

hauuhauhauha

xD

Carlos Filho disse...

O Pietrim, vai com calma ai q eu to de mudança.... Não vou conseguir acompanhar...hehehehehe

Sessyllya disse...

Também tô gostando, cara... É um tipo de história que prende porque a gente pensa que vai ser surpreendida a qualquer momento.

Mas vou deixar pra comentar no fim de tudo, ok?!