sábado, 15 de março de 2008

Meu senturião vagão!

Bom, navegantes, começo aqui com um breve poema, diria uns até: Costumeiro (rs)

Navega-te, ó meu passaro não voante.
Na gaiola deste barco sem rumo.
Devora-me a alma com seu assobio
Dilacerando com o cantar dos aflitos este espaço sombrio.

Sobre teu canto em direção contrario ao vento
Pois esse, lhe trará de volta o que se pensa ser a companheira
D’outro lado a lhe chamar, com o teu mesmo cantar.

O vento beija-te a face, deixando o ar de liberdade...
Nesta gaiola, preso, mas sem sentimento.
Não expressa realmente o sabor da igualdade
Nem o prazer do momento.

Seu sabor me enfeitiçou, nesta panela que vazia ficou
Pela fome que estava, um bocado de caloria que me restava
Agora vejo seus ossos sobre a mesa e minha surpresa é:
Comer a sobremesa.

Adeus meu passarinho cantador!
Minha barriga não mais tem dor!

6 comentários:

Pietro disse...

Miséria!!!

Ciro M. Costa disse...

O loko, meu! Hahhahahahahah!!!
Bonito e sádico!

Carlos Filho disse...

Hahahahaahahahaha... É um piadista mesmo!
Bem no clima do Estourou, hã?
Graaande Nóe!

jorge de marques disse...

O começo é quase boiolistíco, mas o final! Cristo Rei! Q maldade! Coitado do passarinho... Como vc, pode? Matador de passarinhos...

Mesmo assim tem sua dose de genialidade

Flavio Carvalho disse...

Caraca! véi,

é isso aí noé

Sessyllya disse...

Fiquei com fome...


Comer passarinho na quaresma vai fazer vc ir direto pra dentro das muralhas do inferno... Tome cuidado, viu?!

rsrsrs...
Bj!