sexta-feira, 20 de julho de 2007

É a vida!

Aos doze não foi mais ao psicólogo, agora isso gerou um trauminha. Um medo do mundo não aceitar sua personalidade, seus pais não o aceitar, sei lá, as vezes acho que família mais fode que ajuda. Que me desculpe os pais, mas a orgia psico - construtiva do ser humano que é criada com base familiar sempre ajuda a construir mais um delinquentizinho nas ruas. Genética, mundo, escola, amizade tudo ajuda.
Aos 13 não foi mais na escolinha de futebol, jogava mal pacas. Até curtia, mas a preguiça de andar a pé era demais. Juntamente largou as aulas de natação que nunca foi. E olha que adorava uma piscina!
14, reprovado na escola, depressão. Cabulava quase todos os dias de aula na semana, faltava algo, a aula causava uma tristeza que só. Desculpa sempre tinha!
No ano seguinte passou de ano, mas não por mérito próprio e sim por uma lei do governo de não reprovar ninguém. Grande lei!
15 anos chegou, mais uma bomba escolar, esportes só os que machucavam tanto ele quando o próximo.
Chegando aos 16, iniciou uma fase: festas, drogas, trabalho, mulheres (percebe-se que só trabalho está no singular). "Pelo menos ele trabalha" era o que a mãe pensava, volto a teoria, Família sempre fode.
Nos 18 não foi tão diferente, mas agora existia a tal responsabilidade da maior idade, não sendo tão responsável assim, foi levando no empurrão. Sem escola, com trabalho mas com a vidinha de merda de sempre. Namorada tinha, mas não era lá essas coisas. Nem ela muito menos ele.
Hoje aos 20, trabalha em um escritório, ganha seus três salários mínimos (No Brasil, R$380,00 vezes 3. - Grande explicação Carlos), descontente com a vida...Hei olhe lá! Eu o vejo em seu quarto. Ei cara, não faça isso! Tarde demais!
Sai correndo em direção a sua casa, bato insistentemente em sua porta, mas acho que estava só em seu pior momento! Dento adentrar sua casa, quando chega sua mãe, assustada com minha atitude e logo me pergunta o que faço em sua casa.
Eu sem resposta digo: - Acho que a culpa não é da senhora e sim do seu Esposo!
E saio correndo!
(Droga, vou fazer um final melhor pra isso!)
Em homenagem a todos os escritores que não conseguem pensar em um final decente o suficiente para uma história, por pior que ela seja. (Hihihihi...Essa moda pega!)

10 comentários:

Ciro M. Costa disse...

É verdade! Ostordia eu sentei em uma cadeira, e vi que tinha uma peça pregada na minha perna! Hahhahahahahaha!!! Essa foi boa, hã? Hã?

A culpa não é da família não, cara! A culpa é dos átomos bancartícios.

E tenho dito!

Flavio Carvalho disse...

É meu chapa,

as vezes é triste descobrir
que nada neste mundo pode ajudar,

quer dizer nada ao nosso alcance,

a família tenta, mas acabam que estão no mesmo barco,

e ao olharmos ao redor temos a ligeira impressão de estar olhando um imenso espelho.


belo texto, abraços!

Cissa Teixeira Oliveira disse...

Boa perspectiva, Carlim... Talvez seja hora de o mundo rever os seus conceitos...

Carlos Filho disse...

Quem é esse Mundo?

Pietro disse...

Pobrezinho...

Pietro disse...

Copiou a minha homenagem

usahuhsauhsa

xD

Carlos Filho disse...

Do Ciro e sua..hihihihi

Ciro M. Costa disse...

Meu advogado entrará em contato com vcs dois.

argh, lemòn disse...

difamação por aqui, mas vcs são tão bonzinhos...

Bruno Carvalho disse...

Obrigado pela homenagem! Sempre tenho problemas com finais! Ahahahahahah! Boooooooooa!

Valeu!