sexta-feira, 23 de abril de 2010

Posicionamentos e afins.

Bom galera, este é o princípio de um texto de volta ao blog, portanto não esperem um primor ou algo do tipo, só posso adiantar que estou sem ideias, sim, ideias e não idéias, pois a nossa ortografia mudou no ano passado ou retrasado devido à reforma gramatical.

Bem, minha história dessa vez se passa alguns anos após a última já contada, em um belo sábado de sol, onde eu tive que ir à faculdade apresentar um trabalho interdisciplinar que antes valia 4 pontos na nota final de todas as matérias, neste vale 3 e provavelmente o próximo valerá 2, visto que os professores estão cada vez mais motivados a nos desmotivar, mas já alerto, não vão conseguir, sou inoxidável... e à prova de balas.

Mas antes de contar a minha história, sim HIstória, pois é real e sem fantasias, ao contrário das Estórias que todos estamos acostumados a ouvir. Mas voltando ao assunto, para que todos entendam o que aconteceu tenho que dar algumas explicações aobre o funcionamento do trabalho.

A sala de Aula é dividida em Agências, as agências devem ter entre 5 e 8 integrantes e cada uma tem seu nome, marca e etc. as agências são: Palma, Impérium, Focco, Assete, Brainds, Publicagem e Fênix. As agências são separadas entre si e independentes umas das outras, porém todos são obrigados a fazer os mesmos trabalhos, cada um ao seu estilo, com excessão do Trabalho Interdisciplinar, que neste semestre apresentou que cada agência teria que conseguir seu próprio cliente.

A Agência Focco, a minha, conseguiu como cliente o Restaurante Demazzo, localizado na cidade de Americana-SP, onde o nosso cliente teve uma primeira impressão muito positiva sobre mim, visto que logo na primeira visita já lhe quebrei um prato.

Mas voltando ao coletivo das agências no total que são juntos a sala de aula. As agências têm por hábito serem unidas entre si, mas existem duas na sala que se tornam indesejáveis em questões de negócios e/ou companhia.

Uma por ser extremamente incompetente e outra por ter muitos membros menos afortunados de espírito de equipe e bons modos, dando muito espaço para que sua arrogância sobreviva firme e forte.

O Trabalho Interdisciplinar é a grande chance das agências mostrarem aos professores seu potencial e crescimento, portanto é fundamental que tudo seja bem feito e calculado. O problema foi a diminuição das notas relativas ao Trabalho, que apesar de ser importante, acaba perdendo peso, se comparado com provas onde perguntas simples valem tanto quanto.

Mas o que eu queria mesmo dizer é: Puxa-sacos sempre tiram nota máxima (fato), a pior agência é tão incompetente que nem se deu ao trabalho de ir apresentar o trabalho e o restante da sala se equipara em qualidade.

Agora lanço o meu desafio: Puxa-sacos, quero ver como vocês se viram diante de uma banca externa que seja imparcial e que vocês não terão a quem recorrer em relação ao puxa-saquismo. Incompetentes: Quero só ver se essa mesma banca externa aceitaria tal “desrespeito” ao trabalho.

Fica a dica.

3 comentários:

Ciro disse...

Hahahahah!!! Bela volta, Pietrão. Seus textos continuam prendendo minha atenção até o final.
Isso tudo que você escreveu lembrou um pouco aquele programa "O Aprendiz".

Grande abraço!

Bruno Carvalho disse...

Ahahahahahhah! Muito bom! Já te falei isso por msn!
Você fala da sua rotina, e ainda nos prende a atenção!
Pietro no Aprendiz? Tem o meu voto!!!
Ps. Se a banca externa imparcial se deparar com um grupo de incompetentes, mas loiras gostosas, ainda sim elas se conseguirão!!!


Abraçõs! Bela volta!

Cecilia Teixeira Oliveira disse...

Também gosto muito das suas HIstórias, Pietro! Genial o trecho:

"os professores estão cada vez mais motivados a nos desmotivar."

Estão se especializando nisso! Por essas e outras que desisti de ser professora.

Mas aproveito pra te dar uma dica, já que eu passei por tudo isso antes e depois de me formar:
os puxa-saco sempre, eu disse SEMPRE, terão QI;
os incompetentes, por sua vez, como o Brunão já disse, têm seu trunfo;
e os competentes e talentosos têm que ralar a vida inteira pra conseguir sobreviver, implorando por uma chance e fugindo das sabotagens dos puxa-saco e/ou incompetentes.

(Infelizmente, fato...)