sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Meu amor não é só aquele que consente. Que se faz presente.

Quero amar-te, sem violar o que existe por fora.

Deixar teu brio a vigor de quem chega

Não mostre as garras que esfola o coração de quem um dia disse palavras ao vento.

Não entendo o quão visível é falar de amor

Desse amor, do nosso amor

Não contente ainda indico e aplico nesse romance pétalas de flores que um dia saiu deste jardim

Não espero sentir a ferida que transformei em lagrimas,

Esperando a porta se abrir, na qual se lacrou em um ardor sem fim

Mas deixo agora, esta porta aberta, pois sei que de mim, nunca irá de afastar

Deixo sem chaves, assim, como um dia encontrou.

Como pássaro sedento que ao jardim voltou, buscou o néctar, aquele que jamais provou. Desfilou pelos ares, como as mais belas acrobacias.

É como teu beijo, deixou em mim a marca, me levando a saber, que pra sempre posso contar com a volta de cada dia sem deixar o vazio da distância que por pouco escalou em mim. Ainda sinto medo. Mas sei que agora é para o sempre!

Vejo no olhar do espelho, aquele que pune com a mais dolorosa verdade, mas que também mostra a realidade que reflete minha alegria, e deixo a marca com seu batom que vou, e volto, com a mesma letra que me deixou!

3 comentários:

Ciro M. Costa disse...

Xonadim, bem? Hahahahaaah!!!

Brincadeirinha, Carlos! Ficou ótimo o texto. Cada vez mais vc usa as palavras de modo genial.
Coisa de profissional mesmo (sem rimas)
Abraço!

Pietro disse...

Xonadim, bem?

Cecilia Teixeira Oliveira disse...

Gente... Tô chocada!!! Parabéns pelo texto!!! Impressionante!!! Nunca imaginei que por trás de tanta piada poderia haver um coração sensível...

(rsrsrs)