domingo, 6 de abril de 2008

O resgate VIII

Os três pagaram a conta da hospedaria e foram rumo a praia, quando se depararam com a população do vilarejo(aqueles da hospedaria), que com cara de poucos amigos e olhares ameaçadores cercaram os três. Helsing, vendo-se cercado pediu para que os companheiros se abaixassem e começou a rodar a sua massa acima da cabeça, todos olhavam como quem fosse atacar e Helsing atirou a massa na direção do povo que estava entre eles e a praia, todos desviaram abrindo a roda, Helising, Fenol e Binlamano correram por esse vão, e foram até o seu barco, perseguidos pela população enfurecida.

Chegaram ao barco e partiram rapidamente, sem nenhum problema, deixando todos para trás e brincando dizendo “Putz, esses caras gostaram da gente! Hahahaha”.

A viagem deveria durar sete dias, segundo os cálculos de Helsing, fazendo turnos para não pararem o barco, enquanto um dormia os outros dois cuidavam da viagem com o leme e a vela. Fenol aproveitava esse momento sem inimigos e ao mar para treinar a magia do raio, não conseguiu muitos avanços nos dois primeiros dias, no terceiro já conseguia criar raios e mira-los com perfeição, no quarto já criava raios com mais força e no quinto aprendia a guardar energia para soltar o raio com mais força, no sexto já dominava totalmente a magia. Mas o sexto dia não foi tão bom, já que, ao entardecer ocorreu uma tremenda tempestade, fazendo os três lutarem bravamente contra a tempestade. Fenol ficou responsável pelo leme, Helsing e Binlamano pelos remos, um de cada lado. Na primeira onda Helsing e Binlamano remaram com a força certa para escalar a onda antes de ela se quebrar, porém Fenol não conseguiu segurar o leme reto e acabou virando o barco, obrigando os dois a tentarem remar com força para vencerem o tubo, conseguiram. Veio outra onda, Fenol novamente falhou no leme, desta vez o barco deu um tranco, e Helsing e Binlamano caíram na água, os dois ficaram meio zonzos embaixo da água, Binlamano subiu rapidamente, Helsing ainda estava na água, mas ele logo subiu, assim que entrou no barco ele retirou a sua cota e jogou na parte coberta do barco, voltou para o remo, remou contra outra onda, pegaram mais um tubo, este com sucesso, mas quando chegaram no fim do tubo perceberam que Binlamano não estava mais lá, Helsing amarrou uma corda na cintura e pulou na água atrás de Binlamano, o encontrou tentando subir, sem sucesso, pegou-o e subiu junto com ele. Não tiveram descanso, quando subiram, o barco foi varrido por uma gigantesca onda, não havia levado nada, porém quase destruiu o barco, e aos três só restava sobreviver, foi o que fizeram durante o resto da noite, lutaram bravamente contra o mar, até receberem a merecida recompensa, a manutenção de suas vidas.
Quando a tempestade parou os três estavam esgotados, viram-se perto da ilha, então, pegaram todas as cordas de um dos lados do barco, amarraram as massas nelas e a ponta no eixo que ainda estava inteiro, pois o outro lado estava quase solto, assim fizeram das massas âncora e descansaram durante o resto do dia, na manhã seguinte remaram até a praia da ilha, pois a vela havia sido rasgada ao meio, após uma hora e meia de remadas chegaram a ilha, o barco assim que foi até a terra caiu e o mastro não agüentou e quebrou no meio, o barco não poderia mais ser utilizado, estavam presos na ilha do inimigo, no entanto haviam chegado e poderiam ir até a princesa, afinal, estavam na ilha.

3 comentários:

Ciro M. Costa disse...

E assim, começa 'Lost'. Hahahahhahahahah!!!

Brincadeirinha, Pietrão! Agora a história tá MASSA de novo! Ou seria MAÇA?

Mais 22 partes, e a história se conclui!

Abraço!!

Senhor Capitão disse...

Pietro, acho que essa sua massa está confundindo o pessoal.

Carlos Filho disse...

O importante é que tá MASSA! Mas é MAÇA!