quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Comercio Fecal!

Vocês sabem como a caganeira pode influenciar no mercado?



Bom, então aqui relatarei o ocorrido de hoje de manhã. Não vou citar o personagem principal da trama, apenas digo que é um dos meus dois irmãos, sendo que o mesmo posta neste blog. Então deixaremos o anonimato... hohohoho

Primeiramente, tudo começa com uma venda de computador no valor de 800 barão (moeda: REALy), vendido a um GORDO FILHO DE UMA PUTA, que se diz incapaz de assumir tal divida. Que a justiça dos brados seja feita, se não for será a justiça do braço, mas não vem ao caso a historia do filho da puta, o que interessa é o que faz parte do “Comercio fecal” (não, não é venda de esterco).

Tudo começa hoje de manhã, exatamente às 04h30min. Quando acordamos pra pegar o tal gordo caloteiro que pega a Van pra ir trabalhar em uma escolinha rural na saída da cidade.

Acordamos com aquela cara de cu, cara de caloteado (parece com a cara de corno) e calados fomos rumo ao ponto esperar o tal. Pra nossa surpresa hoje não foi dia de filho da puta trabalhar, deve ser feriado pra essa gente. Se bem que o...deixa quieto, as vezes é dificil falar que a mãe de alguém é...ah, deixa pra lá!

Desanimados com o fato e voltando ainda engasgado de não ter dito algumas verdades e/ou surrado o viado caloteiro, resolvemos voltar pra casa, mas não antes de ouvir uma frase de Fl... Ops, do meu irmão:

- Carlim, será que agora eu acho um banheiro? – Na hora já peguei o lance, havia percebido uma certa contração nadegal e um leve andar pesado da parte dele!

- Ué velho, vamos ver se abriu a lanchonete ali, como pagamento agente toma um café pra retribuir a cagada que você vai fazer! - E é ai que começa a troca de gentilezas comercial que gera uma merda.

Os passos dele já era mais pesado e dava pra sentir um leve esforço eu sua face. Tal esforço devia ser reproduzido pelo “esfíncter” do lóque ( Se o word diz que é assim, fazer oque?) “O cara quer cagar MESMO!” pensei comigo!

Chegando próximo à esquina, já sentia um pesar ainda maior e a dó bateu daquele pobre cagão. Quando viramos a esquine reparei o brilho no olhar do tal, vi até uma lagriminha escorrendo pelo rosto, era felicidade demais pra'quele ser ao ver o estabelecimento aberto, mas havia ainda a duvida em seu olhar “Será que tem como cagar in ambiente?” Era o preço a se pagar. Já tava tudo danado mesmo, ou tudo quase cagado mesmo...Vambora!

Chegando no estabelecimento, vi um largo sorriso em sua face avistando uma placa ao fundo escrita:“ELE”, aquilo lá deve ter sido um alivio federal...Quase um milagre.

Um adendo: (hohohoh..."adendo" fica bem boiola. putz!)

“Enquanto escrevia o texto o telefone tocou, era o caloteiro. Ligou dizendo que tinha um mandado de segurança, pois nós estávamos de “tocaia” esperando em seu ponto. Tudo indica que ele nos viu e vazou. Quem disse que era tocaia, porra!? O tal do devedor é foda.

Na minha humilde opnião, se é que ela vale algo, dever banco, casas Bahia etc é uma coisa, agora pé rapado feito eu já é sacanagem. Livrei de um PC no alivio de bancar algumas dividas e me fodi... No mais é isso o ‘adendo’”..hahahaha


...Pedi um café, quando meu irmão já pediu o dele rumo ao banheirox, o tal da dor de barriga não permite nem fazer uma SOCIAL. Enquanto o Alexandre, dono do estabelecimento (sei disso pois era "Bar do Alexandre") perguntava se nós madrugamos, já criando um vinculo, entrando na amizade gerada pela "caganóia" e sendo mais um ponto que merece nota nesse texto, amizades de merda. Disse que estávamos esperando um ônibus pois trabalhava com aluguel de projetores e ia pegar uma carona pra uma tal empresa, não ia falar que estava de campana pra receber uma divida, o cara poderia se assustar ainda mais pelo horário. Em um momento, avistei um olhar ao fundo, saindo daquele quartinho 2x2 com saida de ar apenas pela porta, um olhar que antes agonizava em desespero e agora gozava o prazer do alivio. Parecia Tim Robbins no filme “Um sonho de Liberdade” Quando finalmente consuma seu sonho, o de liberdade. Durante todo o percurso de volta, eu percebi: Há prazeres nessa vida que realmente superam tudo que imaginamos! Sem contar no lucro do Alexandre, enquanto rolava a cagada eu gastei quase 10 pila com café, pão de queijo e balitas...Por una CAGADA!

Até então, estava tudo em paz, voltando ao lar, quando o "cagão" diz:

- Cara, falta de papel higiênico é foda. Tive que ir na pia molhar as mãos e passar no butão. Dai molhava a mão e tirava o excesso de merda, lavava a mão e limpava. Foi o jeito né?

- Nóóóóóóóóóóóóóó...Hahahahahahaha...Sem noção!

Fica aqui o aprendizado.

Como diz o Ciro: “Nos textos do Carlim sempre tem um filho da puta, vai tomar no cu...etc”

Não resisto ao bom palavreado!

12 comentários:

Ciro M. Costa disse...

Hahahahahahhaha!!! Cara, esse texto ficou uma BOSTA! Entendeu, hã? Hahahhahaha!!!
Brincadeirinha!!!

O massa que já tinha escutado a versão "ao vivo", mas não sabia dessa história da lanchonete. "como pagamento a gente toma um café pra retribuir a cagada!", hahahahahahahhahaha!!! Ah neeeem!!! Só sucesso com essa galerinha do São Bené!

Ow, vc xinga demais, cara! Hahhahahahahaha!!!

Bruno Carvalho disse...

Massa demais o texto! Narrativa que faz com que a gente fique mais curioso a cada palavra!!
E engraçado tb!
Muito bom!!

Falooooou!

Johnny Good - The Best Of Universal disse...

nao conhecia na intrega essa estoria, sem nocao, o joao grandao limpando o toba com a mao, hahahahahahahhahahahahaha,
boa senhor gordo

Johnny Good - The Best Of Universal disse...

nao conhecia na intrega essa estoria, sem nocao, o joao grandao limpando o toba com a mao, hahahahahahahhahahahahaha,
boa senhor gordo

Pietro disse...

uhahusahusahsuasuhauhsauhshuushahusuhsauhsa

to imaginando a cena, o caloteiro FDP vendo voces dois no ponto de onibus e vazando pra outro...

Flávio: Toca aí mano!
Pietro: Mas nem fodeno!

sajsaijijsushusauhhusahusahusa

xD

Felipe Carvalho disse...

Uai, Carlim, quem foi que falou na sua cabeça? Li esse texto ontem na calada da madrugada e retornando agora para deixar meus singelos comentários noto que há mudanças no referido texto... hehehehe

Só uma coisa (pra você jogar na cara de quem te corrigiu): 'adenda' também existe e não é errado, só é menos usado que a forma masculina (adendo).

Agora me diga uma coisa, essa história tem um 'quê' de verídica, não tem? hehehe Oh loco, meu...

Parabéns, primão! Não é pouca bosta não... :D

Carlos Filho disse...

Ela é toda veridica, cara. Com uma pitada de imaginação, mas bem pouco messssssmo! hehehe
Eu que mudei um pouco o texto, não sei se foi pra melhor ou pior...hehehehe

Noé Sobrinho disse...

Histórias da vida, Carlos, são as melhores (risos)

Cissa Teixeira Oliveira disse...

Ahahahahahah!!! Que merda!!!

Jorge disse...

Isso ja aconteceu comigo tbm, mas eu usei a meia, os dois pes e a cueca tbm. rs..... bacana o teu blog

Flavio Carvalho disse...

Certo certo!

quem nunca passou por isso,

que atire a primeira rajada de bosta!!!

hahahahahahahaha!

(pensei também em vestir a calça com o toba sujo, e ir pegar guardanapos, mas desisti!!!)

Alguém teria idéia melhor?

argh, lemòn disse...

hahahaha

10 reais pra sujar a louça !!

Calote em pessoa física é imperdoável, pessoa jurídica tá valendo.
Bota a foto do gordo aqui, só não põe o nome dele, já difamei um gordo no meu blog e ele se fodeu bonito,( http://club-anti-social.blogspot.com/2007/05/gordo-caloteiro-devolve-meu-dinheiro.html ) apesar de não ter me pago.